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	<title>Dicas de Ciências - Professor &#187; sem blá blá blá</title>
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	<description>Para Professores e Estudantes de Licenciatura em Biologia e Pedagogia.</description>
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		<title>A Volta do Termômetro</title>
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		<pubDate>Sun, 08 Feb 2009 20:16:08 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrea Barreto M. da Poça</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Não sei quem se lembra , mas em 2007 , a Rede Municipal de Educção carioca foi assolada por um processo de Aprovação Automática ( travestida de Ciclos de Formação). Na época, eu fiz um paralelo entre a avaliação e o termômetro. Disse que estavam colocando a culpa da febre no termômetro e para facilitar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #000080;">Não sei quem se lembra , mas em 2007 , a Rede Municipal de Educção carioca foi assolada por um processo de Aprovação Automática ( travestida de Ciclos de Formação). Na época, eu fiz um paralelo entre a avaliação e o termômetro. Disse que estavam colocando a culpa da febre no termômetro e para facilitar as coisas o termômetro foi abolido. Ninguém teve febre, ninguém tinha como ser devidamente diagnosticado e todos eram promovidos.</span></p>
<p><span style="color: #000080;">Vida nova. Já aviso de antemão que sou contra a reprovação por ela própria. A reprovação é o último recurso depois de todas as tentativas possíveis e impossíveis para recuperar o aluno. Também aviso aos desavisados que não acho que tudo venah a ser resolvido por essa nova secretaria de educação. Mas vejo uma luz no fim do túnel.</span></p>
<p><span style="color: #000080;">Primeiro, estão falando o óbvio. E o óbvio tem que ser dito. Aluno que não sabe ler e escrever não consegue aprender nenhuma disciplina. Aluno que não sabe resolver problemas com as 4 operações, nem tem idéia de como ler um gráfico ou uma tabela de dupla entrada e nem sabe o que é porcentagem; não pode aprender coisas mais complexas. E é nesse momento que estamos. Vamos graduar o termômetro. Vamos saber quem sabe e quem não sabe, para dar a assistência a quem não sabe.</span></p>
<p><span style="color: #000080;">Não adianta eu querer ensinar um cálculo de deslocamento, se o menino mal sabe somar. E não é culpa do menino! Esse aluno não tem que pagar pelo descompromisso de muitos. Tem que se ensinar. E ai sim ir adiante. Nestes dias estamos revendo ( eu falei em revisão) o que o aluno tinha que estar sabendo naquele ano. Ele será avaliado com aquele conteúdo. E ai.. tomaremos as decisões. Fácil? Nada disso ! Complicadíssimo. </span></p>
<p><span style="color: #000080;">O nosso termômetro está mal regulado. Temos que &#8220;azeitar o termômetro&#8221;. Temos que ver até onde podemos considerar normal ou uma febre alta. Temos que rever a nossa caixa de remédios, para não matar o paciente com os remédios errados ou em dose muito acima do normal. Mas temos de novo um termômetro, um norte e uma diretriz. </span></p>
<p><span style="color: #000080;">O blá, blá, blá parece que ficou esquecido. Até as mesmas pessoas, que falavam tão bem dos Ciclos, estão fazendo  outro discurso. E eu estou aliviada, porque posso fazer o meu trabalho em paz.</span></p>
<p><img class="aligncenter" src="http://www.reinodosgifs.net/odie_garfield/garfield-odie2_gif.jpg" alt="" /></p>
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		<title>&#8220;É, A CULPA É MINHA&#8221;</title>
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		<pubDate>Mon, 22 Sep 2008 23:29:09 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrea Barreto M. da Poça</dc:creator>
				<category><![CDATA[Uncategorized]]></category>
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		<description><![CDATA[Li esse texto em uma Comunidade de Educação no Orkut e adorei. É uma confissão, um desabafo, um &#8220;pare o mundo que eu quero descer&#8221;,&#8230;.
Está no Blog do Prof. Iranildo e é dele! Colocarei o texto aqui . Vale a pena ler!
É, A CULPA É MINHA
Sou professor. Pronto, já disse tudo, a culpa é minha! [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #0033ff">Li esse texto em uma Comunidade de Educação no Orkut e adorei. É uma confissão, um desabafo, um &#8220;pare o mundo que eu quero descer&#8221;,&#8230;.</span></p>
<p><span style="color: #0033ff">Está no Blog do<a href="http://profiranildo.blog.uol.com.br/" target="_blank"> Prof. Iranildo </a>e é dele! Colocarei o texto aqui . Vale a pena ler!</span></p>
<blockquote><p><span style="color: #ff0000">É, A CULPA É MINHA</span></p>
<p><span style="color: #ff0000">Sou professor. Pronto, já disse tudo, a culpa é minha! É óbvio que os únicos culpados por toda a falência da educação são os professores. Todo mundo sabe disto. Basta perguntar aos ausentes pais, aos irresponsáveis alunos e incompetentes governantes que a resposta será dada em coro: &#8220;a culpa é dos professores!&#8221;. Eis minha culpa: Por diversas vezes vi alunos cometendo absurdos, sendo alguns destes absurdos até mesmo um verdadeiro show de horrores. Já vi alunos cuspindo no chão (culpa do professor), outros jogando chicletes no chão (culpa do professor), saindo da sala sem autorização ou contrariando ordem do professor para não saírem (o culpado é o professor). Alguns falam palavrões sem o menor pudor (o professor que ensina?), outros mostram o dedo médio na frente de qualquer um (o professor que ensinou isto também?). E as agressões físicas, será que o professor manda os alunos se agredirem? E os celulares tocando então, um verdadeiro escárnio. Alguns alunos saem no meio da aula para atender, outros ainda pedem para o professor esperá-lo enquanto atende e uma minoria pede licença e pergunta se pode atender. O pior de tudo é que algumas das ligações vêm dos próprios pais. Eu não atendo o meu celular quando estou lecionando, mas com certeza sou culpado pelos celulares dos meus alunos quando tocam. Se estivesse lendo este texto ao invés de escrevê-lo provavelmente iria pensar: &#8220;Será que este professor é indulgente?&#8221;. Já imaginando esta dúvida esclareço que vejo tudo isso acontecendo com professores de todos os tipos, até mesmo com os mais exigentes ou rigorosos. Então o que será que aconteceu para os alunos chegarem a tal ponto? Como a culpa é sempre do professor, talvez nós educadores não tenhamos aprendido a ser babás, psicólogos, terapeutas, pais adotivos, padrastos ou madrastas, etc., portanto, a culpa é nossa. Em várias escolas que já lecionei ou conheci me deparei com os mesmos perfis de alunos, variando apenas de acordo com a localização (centro ou periferia, sudeste ou nordeste), o curso (fundamental ou médio), a instituição (pública ou privada), a série, etc. Agora pergunto: &#8220;como posso ser culpado pela decadência de um aluno que já chega para mim pela primeira vez aos onze, quinze ou dezoito anos de idade cheio de manias? Como posso educar um jovem que não recebe educação em nenhum outro lugar? Como vou conseguir exigir que meu aluno estude se nossos governantes permitem e algumas vezes até exigem que qualquer aluno seja aprovado?&#8221; Muitos criticam a escola e o professor, mas cadê o caminho para que nosso trabalho seja produtivo e possa surtir efeito? Muitos nos culpam mas não apresentam planos de educação eficientes, que sejam pedagógicos, e não políticos. Ficam no &#8220;achismo&#8221;, mas achar é fácil, o difícil é fazer. Sou culpado por tudo de errado que faço, mas não posso ser culpado pela ausência da família, pelo menosprezo dos políticos e pelo descaso dos alunos. Como educador não digo que não sei mais o que fazer, mas escuto isso constantemente da boca dos pais dos alunos. Não abandono a educação, mas noto que isso já foi feito há tempos pelos nossos líderes. Não deixo de cumprir minhas atividades, mas muitos dos meus alunos &#8220;esquecem-se&#8221; de cumprir suas funções estudantis. Desde que me entendo por gente a culpa pelos percalços da educação é do professor. Mas além disso, desde que me entendo por gente me lembro que minha família me ensinou a respeitar os mais velhos, incluindo os meus professores, portanto, não acho que a culpa quando o meu aluno falta com respeito comigo ou com seus colegas de escola seja minha. Quando eu era aluno há algum tempo atrás já existiam drogas, violência e os professores já eram culpados pela má qualidade da educação. Na época, eram raros os crimes banais como filhos matando pais, netos matando avós, pais matando os filhos e alunos matando alunos, mas hoje tudo isto é muito comum, com estas notícias constantemente na mídia. Será que nós professores somos os culpados por tudo isto também? Afinal, se a culpa pelos males do mundo é dos educadores, por que não fecham as instituições de ensino e passam a função aos sábios de plantão? Com toda certeza o mundo seria muito melhor sem nós &#8220;incompetentes&#8221; professores que estragamos a vida dos alunos, dos pais dos alunos e da sociedade em geral. É claro que existem péssimos professores, mas a sociedade não tem o direito de igualar todos os profissionais da educação da mesma maneira. Os médicos não são todos inábeis só porque alguns esquecem o bisturi dentro do paciente. Os policiais não são todos vis só porque alguns são infames. Os políticos não são todos devassos só porque alguns são corruptos. Todos os dias alguém critica um professor, mas é raríssimo vermos alguém agradecido por ter sido aprovado em um concurso ou vestibular, uma vaga de emprego, etc. Então quer dizer que quando um indivíduo se dá mal na vida o culpado é o professor que lhe deu aulas, mas quando este indivíduo é um vencedor o mérito é só dele, ele que é inteligente? Enfim, declaro-me culpado por ter deixado de ser egoísta para compartilhar meu conhecimento com meus alunos. Sou culpado por tentar educá-los, por tentar fazê-los evoluírem. Sou culpado por ser professor!</span></p>
<p><span style="color: #ff0000">Prof. Iranildo</span></p></blockquote>
<p style="text-align: center"><img class="aligncenter" style="vertical-align: middle" src="http://www.reinodosgifs.net/profissoes/eletricista.gif" alt="" width="225" height="173" /></p>
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		<title>Artigo &#8211; Tania Zagury</title>
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		<pubDate>Wed, 25 Jun 2008 12:29:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Andrea Barreto M. da Poça</dc:creator>
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		<category><![CDATA[educação pública]]></category>

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		<description><![CDATA[Eu adoro o que essa Professora/Pedagoga escreve! Alias é uma das poucas Pedagogas que eu respeito a opinião. A Tania Zagury tem o &#8220;pé no chão&#8221;. Não é destas pedadgogas deslumbradas com a nova, novíssima novidade pseudo- pedagógica.
Por essa razão, reproduzo um artigo dela escrito em Dezembro de 2006. Muito atual e parece que ela [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><span style="color: #993366">Eu adoro o que essa Professora/Pedagoga escreve! Alias é uma das poucas Pedagogas que eu respeito a opinião. A Tania Zagury tem o &#8220;pé no chão&#8221;. Não é destas pedadgogas deslumbradas com a nova, novíssima novidade pseudo- pedagógica.</span></p>
<p><span style="color: #993366">Por essa razão, reproduzo um artigo dela escrito em Dezembro de 2006. Muito atual e parece que ela estava prevendo o que ia acontecer na Cidade do Rio de Janeiro em 2007 e em 2008 no que diz respeito a educação pública! </span></p>
<p><span style="color: #993366">Leia e comente !</span></p>
<blockquote>
<h2 style="text-align: center"><span style="color: #000080"><span>Só não previu quem planejou&#8230;</span></span></h2>
<p><span style="font-family: Arial;color: #000080"><br />
</span></p>
<p style="text-align: center"><span style="color: #000080"><span>Prof. Tania Zagury<br />
Dez/06</span></span><span></span></p>
<p style="text-align: left"><span><span style="font-family: Arial;color: #000080">Ninguém fala em outra coisa: o Brasil do século XXI não sabe ler ou não entende o que mal lê. Todos estão pasmos. Menos os professores, posso afirmar. Eles, que nos últimos 30 anos de mudanças na área educacional lastimavelmente não foram chamados a dar o seu testemunho, nem lhes ouviram as dúvidas e as certezas. Quem está na frente de batalha, teria dito: isso não vai dar certo&#8230;</span></span></p>
<p style="text-align: left"><span style="font-family: Arial;color: #000080">Para quem não sabe, o método fônico, que começa a ser apresentado como &#8216;novidade&#8217;, já se usava antes, quando comecei a lecionar. O professor escolhia a cartilha e ensinava a partir do que sabia fazer.  Os professores que, da noite para o dia, passaram a alfabetizar nos moldes ideovisuais, que Emília Ferrero preconiza, o fizeram determinados a acertar, ainda que não estivessem convictos de que era o melhor para seus alunos. Porque, apesar do tanto que se fala em gestão democrática, os docentes continuam meros executores.</span></p>
<p style="text-align: left"><span style="font-family: Arial;color: #000080">Não precisamos de reformas de ensino no Brasil, menos ainda daquelas que alteram apenas nomenclaturas ou que pseudo-adotam o que, de repente, alguém determinou que é a nova &#8216;fórmula mágica&#8217; de ensinar.</span></p>
<p style="text-align: left"><span style="font-family: Arial;color: #000080">Precisamos avaliar o que ocorre nas escolas, ouvindo cada professor sobre as dificuldades e as necessidades, para então buscar saná-las. Precisamos respeitar quem faz, quem operacionaliza. O melhor método é o que funciona. Nossas crianças e jovens precisam de resultados de verdade já.</span></p>
<p style="text-align: left"><span style="font-family: Arial;color: #000080">Fomos alfabetizados pelo bê-á-bá e, coisa estranha, sabemos ler! Aprendi, quando cursava o antigo Ensino Normal (há mais de trinta anos), que a criança aprende do que lhe é próximo para o que é distante; do simples para o complexo; do concreto para o abstrato. Por isso usávamos o método fônico, que atende a essas características.</span></p>
<p style="text-align: left"><span style="font-family: Arial;color: #000080">De repente, nos disseram que o que aprendêramos estava errado. Então, como é que nossos alunos aprendiam? Eu, e milhares de outros professores, já tínhamos alfabetizado tantos, e nossos alunos liam, podem acreditar. Mais: entendiam o que liam. E faziam contas e resolviam problemas.</span></p>
<p style="text-align: left"><span style="font-family: Arial;color: #000080">Só quem esteve todos esses anos em sala de aula sabe o que se sofre tentando conseguir o impossível. Porque só é possível bem utilizar o construtivismo em turmas muito pequenas, nas quais o professor faz um acompanhamento individual.</span></p>
<p style="text-align: left"><span style="font-family: Arial;color: #000080">A mudança, apenas metodológica, deixou o professor em sala de aula com os mesmos ínfimos recursos da escola pública e a pletora de alunos carentes de tudo.</span></p>
<p style="text-align: left"><span style="font-family: Arial;color: #000080">Sou a favor do progresso e da mudança, desde que alicerçados em estudos e acompanhamento sistemáticos, que os embasem. Tomam-se medidas caras e aleatórias: computadores para parte das escolas públicas, por exemplo. O computador chegou, mas os professores têm outras coisas para fazer &#8211; antes do caviar, o &#8216;feijão-com-arroz&#8217;. Se tivessem ouvido os docentes, teriam sabido que precisavam mesmo era de &#8216;menos alunos nas turmas e mais horas de aula&#8217;.</span></p>
<p style="text-align: left"><span style="font-family: Arial;color: #000080">Outro grave baque na qualidade do ensino se deu com o endeusamento da escola não-diretiva, transplantada da psicanálise para a sala de aula. Corrigir o aluno passou a &#8216;dar trauma&#8217;. Riscar em vermelho os erros, nem pensar. Provas revelaram-se intervenções ameaçadoras. Memorizar qualquer coisa tornou-se feio. Herança que o rogerianismo nos legou: não se ensina nada a ninguém.E o resultado aí está.</span></p>
<p style="text-align: left"><span style="font-family: Arial;color: #000080">Além disso, hoje, cada problema social que surge vira tema transversal do currículo: educação sexual, cidadania, ética, educação para o trânsito, educação ambiental etc. Tudo bem, mas deram condições ao professor para fazer tudo isso e ainda ensinar a ler, escrever e interpretar?</span></p>
<p style="text-align: left"><span style="font-family: Arial;color: #000080">O fracasso tinha que ocorrer. Era previsível. Com tantos encargos e uma metodologia que não podem executar, os professores teriam que, no mínimo, receber treinamento permanente, antes de se executarem os novos modelos (e, claro, salários incrementados na proporção das tarefas).</span></p>
<p style="text-align: left"><span style="font-family: Arial;color: #000080">O pior aconteceu depois: quando tudo já ia mal, adotou-se a progressão continuada e o ensino por ciclos &#8211; para dar vazão à demanda de matrículas, agravando terrivelmente a questão da qualidade.</span></p>
<p style="text-align: left"><span style="font-family: Arial;color: #000080">A moda do momento é a &#8216;inclusão&#8217; de alunos com necessidades especiais. Ótimo. Politicamente corretíssimo. Mas a verdadeira inclusão tem que começar pela melhora da qualidade do ensino de toda a população.</span></p>
<p style="text-align: left"><span style="font-family: Arial;color: #000080">Temos que deter o processo atual, no qual o aluno termina o ensino fundamental &#8211; quando termina &#8211; quase tal qual estava quando entrou. Essa é a verdadeira exclusão: de posse do seu diploma, mas com precária aprendizagem, o jovem, especialmente o de classe social menos favorecida, que tanto precisa de trabalho, é ejetado do mercado de trabalho sem dó nem piedade. Afinal, até concurso para gari exige que se saiba ler e escrever direito!</span></p>
<p style="text-align: left"><span style="font-family: Arial;color: #000080">Ouçamos quem executa. Eles nos dirão como evitar as tempestades do desencanto&#8230;</span></p>
<p style="text-align: right"><span style="color: #ff0000">em <a href="http://www.taniazagury.com.br/artigos.asp?cdc=3008" target="_blank">http://www.taniazagury.com.br/artigos.asp?cdc=3008</a></span></p>
</blockquote>
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