Sobre apresentação de trabalhos…

Mas uma vez fui convidada para falar sobre minha experiência em um evento da 7a Coordenadoria de Educação (7a CRE). Sempre vou para esses eventos cheia de gás. Com o intento genuino de trocar, de mostrar o que eu faço e como faço. Mas desta vez… Nem sei… Acho que o gás acabou!

Primeiro, porque eu destoou ! Sem falsa modéstia, meus trabalhos não são aquele “blá, blá, blá”. Com algumas exceções, que aliais existem, os trabalhos mostrados nestes eventos são cheios de teorias, mas não passam de teorias e não há trabalhos de alunos. O que faço passa pela mão do aluno ! O que parece um disparate. Mas venhamos e convenhamos: vejo trabalhos – ditos feitos por alunos – que aluno algum colocou a mão!

Depois, porque eu já sei o que vou ouvir : “A sua escola tem esses trabalhos, porque é você que se dobra em duas para fazer. ” Sei. Mas se alguém não trabalhar, o resultado fica no papel ! E ai… eu faço! Pego as turmas e faço, sim ! Por vezes, fora do meu horário.

Você pode estar se perguntado : “Por que então você se inscreveu ?” E eu lhe respondo :  Pois é , mas desta vez, eu fui convocada a ir! Pois nem trabalho eu mandei para esse ano ! Mas como todo mundo sabe que eu tenho trabalho, me pediram – depois que as inscrições acabaram – e eu mandei ( Acho que tenho que aprender a dizer não!!!).

Mas o que mais me incomoda é o olhar de quem vê o meu trabalho e ainda fala : É metida mesmo, sempre fazendo melhor! ( argh!).

Agora, a pergunta que não quer calar é : Por que o professor se acomoda a certas situações ? Fazer bem feito, não deveria ser mérito! Deveria ser o normal, a norma para qualquer trabalho ! Será que o tanto faz como tanto fez, chegou para ficar?

Sei que as condições de trabalho no Municipio do Rio de Janeiro ( quiça em outros município) estão péssimas. Sei que na hora de ganhar o salário, eu ganho tanto quanto o outro que entrou em sala para mandar a turma fazer cópias. Sei que tem um monte de alunos que não querem nada e só sairão com um canudo nas mãos e nada na cabeça ( talvez um boné ?). Mas pense nos 10 % que querem.

É duro mesmo trabalhar para 10 % ( ou menos) da sua clientela. Porém, não percamos esses também. Pois são esses que farão a diferença depois.

E só fazer trabalhos de qualidade para mostrar para CRE ou para a Secretaria de Educação … valha -me, Deus ! É criminoso. Porque é isso que acaba aparecendo e sendo aplaudido. E é isso que mais me entristece e me tira o gás para apresentar trabalhos para outros Professores. Porque pense bem: se o Professor faz isso para apresentar e faz bem, o que lhe impede de trabalhar assim mais vezes ? O que lhe impede de estender isso para mais alunos ?

Anorexia Nervosa e Bulimia

Estou articulando um Projeto sobre nutrição na escola. Chamamos de “verticalização”, pois cada matéria trabalha o tema usando o seu “olhar”. Também o tema é tratado com turmas misturadas. Assim em cada sala de aula teremos o 6o, 7o , 8o e 9o anos misturados em grupos de alunos.

Dá trabalho, mas dá samba.

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10 coisas que levamos anos para aprender

Essa eu recebi via e -mail. Adorei por muitos motivos, os quais destaco o número 7, 9 e 10.

Dizem que foi escrita pelo Luis Fernando Veríssimo, mas não achei nenhuma referência confiável sobre isso. No entanto, vale a pena ler e rir!

Vamos lá …

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Educação Sexual

Eita tema difícil de abordar, não é mesmo ? Como no Dicas de Ciências – para os alunos – foi o tema que ganhou na enquete, escrevi para eles um pouco sobre o assunto.

O post foi escrito na forma de perguntas e respostas, pois achei assim mais fácil. Acho que é um bom ponto de partida para uma aula . Leia lá e me diga depois!

É só clicar aqui : Educação Sexual

Mapa Conceitual- com exercícios

Estou colocando a disposição de todos um Mapa conceitual e exercicios para os 9os anos do ensino fundamental. O assunto principal é movimento.

Clique na figura que abrirá o RapidShare. Depois é só clicar em Free User para baixar o arquivo em PDF.

Clique aqui :